"Quando somos pequenos ensinam-nos que não sabemos o que é melhor para nós, os pais, os avós, os educadores e professores, todos sabem melhor que nós o que é melhor para nós. A verdade é que eles o sabem melhor que nós, mas só até determinada altura.
Quando crescemos e quando nos tornamos os criadores da nossa vida devemos largar esse padrão de esperarmos que os outros, Deus, o padre, a vizinha, o namorado/a nos digam o que devemos ou não fazer.
A grande diferença que a vida adulta traz é esta: decidirmos o que queremos com total responsabilidade.
A grande busca da espiritualidade é esta: decidirmos o que queremos a partir do nosso centro, primeiro sabendo quem somos, livres dos pré-conceitos com que nos inundaram sobre o certo e o errado, e depois sim: decidirmos o que queremos.
É claro que isto é um processo em continuo e só tomando decisões e actuando sobre elas é que posso descobrir se realmente era o que queria ou não. Nesta roda de decisão/ acção/ análise vou me encontrando e vou fazendo o que quero.
Estou agora em Israel e em vez de perguntar o que Israel quer de mim, ou como posso ajudar, vou me sentar, pensar, escrever e decidir o que EU QUERO de ISRAEL. Vendo as coisas com Verdade, Simplicidade e Amor. "
Rute Candeias
O que é que eu quero?
Cisne








