12 de abril de 2017

Dar prendas

Gosto muito de dar prendas! Ontem comprei uma prenda para a minha irmã, mãe, tia e namorado. Um dos sítios que mais gosto para ir ver prendas para oferecer é no Bairro Arte. Tem sempre coisas super giras, diferentes e/ou práticas. À minha irmã, porque ele está recentemente a trabalhar num escritório fora de Lisboa (e ela adora Lisboa), ofereci um tapete para o rato. Achei-o super giro e ficou muito em conta.

Este é o bloco de notas mas a imagem é igual

Os produtos desta loja não são os mais baratos mas compensam muito e bem procurado lá se encontram bons negócios...

Projector Smartphone 29,90€

Cadernos de viagens 27.90€
Mapa mundo para raspar os sítios onde já fomos 23.99€
Ovos tipo mealheiro com vários tipos de "fundos" - sapatos, viagem, casamento...
Tigelas com estilo 19€
Enfim...and more. Acho que já deu para perceber a ideia. Das prendas dos restante meto aqui quando lhes tiver oferecido!

Cisne

11 de abril de 2017

É só cabelo!!!

"Acho que vou cortar o cabelo radicalmente e pintar da minha cor original outra vez!!!
 ...Ou então vou só cortar radicalmente para não ser drástico a 100% deixo a raíz da minha cor natural e vou fazendo madeixas vermelhas (que é a cor que tenho agora)
... Bom, já que é para não arriscar totalmente e depois não gostar de ver, vamos aos bocadinhos e corto só no comprimento mas mantenho o corte...
...Se calhar é melhor pintar a raíz senão vou sair do cabeleireiro uma maltrapilha... 

Bom, se é para não arriscar mais vale não ir ao cabeleireiro de todo porque mal por mal eu até gosto do meu cabelo como está, é só ir pintar a raíz.

...Eu queria era mudar um pouco, ver-me diferente!..."

E é isto non stop na minha cabeça... God help...











Cisne

10 de abril de 2017

Pedir desculpa (pelo texto enorme que se segue...)


Estava aqui a tentar perceber qual é o problema das pessoas em aceitar pedidos de desculpa.

Pedir desculpa é péssimo, é horrível, entranha-nos no ego um veneno que só resfria ligeiramente quando ouvi-mos aquelas palavrinhas "não te preocupes com isso" ou "já passou, esquece isso" ou "tudo bem, tranquilo". E tira só um bocadinho do veneno porque sabemos que lá no fundo a pessoa continua magoada com o que dissemos/fizemos, mas que compreende de alguma forma a nossa ação e que o amor que nos tem é maior que o nosso erro.

Assim, estava aqui a pensar (muito furiosamente, devo dizer) porque é que raio é que quando alguém tem a valente coragem de descer lá de cima do pedestal do ego e dizer "desculpa, eu errei, estava errado" - porque na verdade é mais importante ser feliz do que ter razão -, outra pessoa há-de ignorar o pedido como se não valesse nada só porque está chateada??

Fogo... É intragável esse sabor. De termos descido e não termos ninguém para nos dar a mão. É por isto que as pessoas já não pedem desculpa. Por um lado não pedem porque sabem que as pessoas preferem ter rancor a compaixão , por outro porque sabem como é mais fácil manter o nosso orgulho lá no pedestal de «eu sabia que tinha razão, agora sofre», que admitir apenas humildemente que têm razão.

*                                                    *                                                          *


Foi isto que me aconteceu hoje. Tive uma discussão com uma amiga porque estava a tentar ajudar e ela considerou que eu estava a piorar a situação e eu, por minha vez, fiquei ofendida por ela considerar isso.

Por perceber o mal entendido e a minha parte de responsabilidade nele, pedi desculpa - esperando ouvir um "desculpa-me a mim também", admito, mas que se não viesse contentava-me com um "tudo bem" porque nem toda a gente consegue pedir desculpa. Mas fogo... não aceitar???

Ela tinha razão ninguém lha tira, eu não fui capaz de ver como o que eu disse a afectaria e fui em parte egoísta mas, gaita, eu também tinha - a verdade é que nunca fiz com má intenção e isso é fácil de ver!... Fico piursa...

Mas o pior foi quando conto à minha irmã (que é amiga de ambas) só viu a discussão do ponto de vista da amiga - but then again também sempre achei que foi assim durante a nossa infância, toda a gente tinha razão menos eu.

*                                                    *                                                          *

E como se toda esta história não bastasse acabo de me aperceber com este texto de onde vem a história de eu querer sempre ganhar uma discussão: porque cresci com a crença de que "toda a gente tinha razão menos eu". Great!

*                                                    *                                                          *

Fora isso, (dado que foi em parte esse o assunto discussão) é a preocupação em incluir o meu namorado nas coisas que faço com os meus amigos/família, pois ele inclui-me nos círculos dele. Não quer dizer que não tenha os jantares só dele, claro, mas eu sou frequentemente convidada. E tenho medo que "a minha parte fique para trás". É estúpido? Querer que ele crie ligações tão fortes com a minha família/amigos como as que eu JÁ criei com os dele? Se calhar é...até porque lá estou eu a competir outra vez...

É horrível ver tudo a acontecer outra vez como no meu primeiro "relacionamento sério" de 3 anos, em que eu passava muito mais tempo com a parte dele. Foi de tal forma que os amigos dele passaram a ser os meus e eu afastei-me dos meus de tal forma que quando acabámos eu não tinha ninguém. E quando digo ninguém, quero dizer ninguém. A minha família odiava-o portanto por mais que não me apetecesse ser consolada por alguém que falasse bem dele também não queria que falassem mal... Enfim. Péssimas memórias que vêm à superfície muito facilmente.

Pedir desculpa para mim é necessário e é um acto de humildade e coragem. Posso não conseguir fazê-lo na altura mas apenas porque ainda não tenho a distanciação necessária para perceber onde eu estava errada (para não falar de que ainda estou no marranço da competição!)

Fico triste quando uma discussão se gera por minha responsabilidade. O meu "eu inseguro" vem com a força toda dizer-me o quão culpada eu me devia estar a sentir e no quão burra, feia, parva, egoísta fui ao dizer ou fazer o que fiz. Fico triste não só pelo que aconteceu, mas ainda por perceber que a evolução que fiz na minha espiritualidade é ainda tão precoce, é ainda tão incompleta, é ainda tão...frágil.

Cisne

A C&A estava com descontos


...lá se foram dez euros...




5 de abril de 2017

Estou de fériaaaaaas!!

Uma das melhores coisas de se ser professor é que quando os alunos param nós abrandamos. Sim, não paramos, há sempre trabalho para fazer: aulas a preparar, papéis para organizar, etc. Mas sabe super bem ter a opção de poder ficar em casa (no fim-de-semana estou frequentemente a passear ou na casa do meu namorado - não conta!! ), de poder ver um filmezinho, de limpar a casa, de avançar com aqueles projectos/ideias mais demorados...

Yeah! ... I feel good..  Tan nana nana nana... I knew that I would...

O único inconveniente é só mesmo eu estar doente... E a academia onde dou aulas não fechar para férias..... Damn it!  Não se pode ter tudo...  :)

Cisne

30 de março de 2017

A mulher, o homem e a tecnologia

Só para dizer que escrevi um texto enorme sobre "a mulher, o homem e a tecnologia" e o apaguei sem querer. Sem coragem de repetir a tentativa... :(

29 de março de 2017

Yey me! :)


Fui aceite num curso intensivo de dança de Verão na Antuérpia! Ainda não decidi se vou, há muita coisa para decidir a nível monetário e organização, mas ter sido aceite já foi óptimo! Yey me! :)

Cisne 

25 de março de 2017

Acho que estou com um problema de açúcar...

Desde que ando no ginásio (há um mês ) que estou a comer o dobro dos doces. Não sei se é uma manobra psicólogica em que o meu cérebro percebe que como não engorda pode comer... Poderá? Eu eu simplesmente gosto MESMO de chocolates? 

Cisne 

20 de março de 2017

TPM - Alguém??


Alguém faz alguma mínima ideia de como distinguir uma reação/discussão/argumentos de TPM com simplesmente aquilo que nós achamos/mau feitio generalizado?

Ou seja, quando é que as hormonas estão a tomar conta e temos de respirar fundo e quando é que não estão e podemos carregar na farinheira pelo que achamos que faz sentido??

É que pelo andar da carruagem, se isto não é TPM fico sem namorado num instantinho...


Cisne

PS- A sério, isto não é uma pergunta retórica. Somebody HELP!

15 de março de 2017

Medo de falhar e...

...mais nada. O medo de falhar neste momento é tudo. 

É tudo o que me impede de criar, construir algo novo.

Ter a vida que eu tenho (horários flexíveis, poucas horas de trabalho "real", fazer o que mais gosto... ) definitivamente vem com um preço; não é qualquer pessoa que a teria mas não pelas razões que provavelmente se pensaria. Não é porque nem toda a gente conseguiria, nem pensar, é porque só alguns não  conseguem - e todos esses são artistas. Acredito mesmo nisto: todos os artistas o são porque não o sabem ser. Acredito que somos os únicos a ter esta vida porque somos os únicos que só poderiam enfrentar os seus medos desta forma tão abrupta, tão exposta às críticas de toda a gente - o que também já é parte da justificação em relação ao preço a pagar. 

Quanto ao medo de falhar... Sim, sem dúvida que é por isso que sou artista: porque é porque não acredito que sou capaz de o ser. E cada criação é um desafio, é um obstáculo, é um martírio, é um sofrimento. Eu só tiro proveito das minhas peças quando acabo e 3,4 meses depois já nem sequer gosto do que construí... É muito exaustivo.

Como ultrapassar este medo? Ainda não descobri. Mas talvez no dia em que descobrir a minha vida me leve somente a dar aulas ou sentada atrás de uma secretária, com um trabalho digno embora entediante. Até lá, continuo num trabalho que adoro fazer - mas só depois de acabar de o fazer. 

Cisne

8 de março de 2017

Igualdade género. Obrigada

Neste dia, porque ao crescer não senti necessidade de utilizar os meios existentes para lutar pelos direitos das mulheres - na minha vida esses desafios apareceram e aparecem no quotidiano em situações que me obrigam aprender a importância de me impor enquanto mulher -, agradeço apenas a grande sorte de viver neste país, um país que apesar de ainda muito machista não chega aos calcanhares de outros bem mais extremistas.
Agradeço a todos os homens que acompanharam a minha vida.  Aos machistas por me ensinarem que era uma ilusão de que na sociedade, política, economia, gestão etc a mulher era vista com a mesma importância, e aos que não o foram e/ou não o são, obrigada por nos respeitarem e verem com igualdade. Essa luta também é vossa. E cada vez menos me deparo com homens machistas, ainda que as políticas de trabalho, educação, sociais, etc. se mantenham por vezes pouco justas. Seja por vergonha de o serem ou mesmo por princípio, obrigada.
Obrigada a quem abre a porta ou deixa passar primeiro. Também aos homens sensíveis (na verdade todos o são) que já reconheceram a possibilidade de o serem sem ficarem com rótulos de algo que não são.
Obrigada aos que reconheceram que sermos um ser mais sensível, belo, mais intuitivo do que prático, capazes de suportar a vida de outro ser em nós, não significa que sejamos menos que o homem em qualquer aspecto.
Obrigada aos que oferecem uma flor neste dia ou noutro porque somos especiais e/ou porque outras mulheres lutaram para que hoje eu esteja a escrever livremente e não porque este é o único dia em que o posso.
Desculpem as mulheres que não aceitam estes gestos ou reconhecimento. É só medo de estarem a ser inferiorizadas. Eu também já o fiz por pensar que assim era. "eu não preciso que homem nenhum me ofereça flores ou me abra a porta! Tenho dinheiro e mãozinhas muito obrigada!!" :)
No fim, obrigada às mulheres e aos homens que  lutam pela igualdade de género. Que trabalho tão difícil e especial. Obrigada ❤<3 p="">

Cisne

Infinite Book

Uma pequena maravilha!! Adorei a aquisição! Na verdade não foi bem uma aquisição, foi uma prenda. O meu namorado depois de praticam...