3 de julho de 2008

Cura-te e deixa-me curar


Quanto me arrependo de a ti me dirigir.
Mas mentias-me e assim deixaste de fingir.
Eu viveria a mentira, eu voltaria atrás.
É isso o que a loucura me faz.


Era vã por nós constante aflição,
Pois de fraco não passou esse maldito coração.
Sim, as respostas sempre as soubeste,
Mas pela tua voz que silêncio me deste.


Eu estou bem e não quero saber de ti.
Se a saudade vier de noite, expulso-a de mim.
Eu vou matá-lo se insistir em ficar,
Se da tua lembrança o pecado se for lembrar.


Abraço-te no abismo silencioso que possuo,
É o meu segredo, que conto sem duo.



Pelo meu corpo ele já ecoa,
É corpo que espalha o sentido como vento,
Não é mais segredo, agora voa.

Abandono

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