20 de fevereiro de 2010

Selo =)


E aqui está mais um selo. Obridada E. =)


E aqui vai a pergunta que o acompanha: Para mim o que não tem preço?


Vou seleccionar uma, provavelmente não a mais importante mas é a que com mais convivo de momento: Para mim, a dedicação a alguma coisa ou a alguém de que gostamos e ver o fruto desse "trabalho" é das coisas mais satisfatórias que a vida nos dá. Temos a sensação de preenchimento, de sentido - isso, para mim, não tem preço. :)
Passo então o desafio a:

19 de fevereiro de 2010

Convicções - Parte II

Pois bem! Estou convicta de qualquer coisa! Estou convicta de que me perdi algures neste mundo sem fim. Está tudo ao contrário e já guardo dificuldade em perceber o que está diante dos meus olhos. Que é feito da rapariga ao colo do rapaz e não o contrário? Que é feito do rapaz a pegar ao colo a rapariga e não o contrário? Que é feito da cedência do rapaz do seu lugar à rapariga? – por interesse nela, talvez, mas cedia-o. Que é feito das asneiras ditas baixinho ou nem proferidas sequer e que agora se dizem aos 7 ventos? O que é que eu perdi? Ou melhor: onde, que eu não me apercebi, é que os homens perderam o cavalheirismo? É isto que eu defendo: o gosto pelas práticas antigas e tradicionais. Por que é que só o que é recente e vem lá das Américas é bom? Leio Eça de Queiroz e Almeida Garrett e não encontro uma só sequer falta de respeito – e se a há, meu Deus, a personagem está ou zangada ou muito arrependida do que disse/fez.
Que é do respeito? Que é da honestidade? Que é de tudo aquilo que nos tornava seres humanos e não vulgares animais? Quando nos tornámos bestas, que eu não me apercebi?


Num dia mau, estou convicta de que as pessoas são más. Criticam, criticam. Muito antes de conhecerem, muito antes de apresentarem melhores soluções. Há, borlões? Há. Há vigaristas? Há. Há charlatões? Há. Mas eu não sou nenhuma delas. Sou honesta, o quanto justa posso ser e só quero o melhor para todos e, se possível, que eu fique um pouco beneficiada também.
Já estou perdida – não sei o que fazer mais para acertar agulhas. Quando finalmente parece que tudo está encaminhado, tudo se mostra tão incerto e traiçoeiro. Só queria ter quaisquer certezas… Mas a memória não deixa… E a vida também não. E só uma pergunta se mantém inerte na minha cabeça há meses: O que é que eu faço? Indubitavelmente (reparem na ironia ;) ), em relação aos mais variadíssimos assuntos.
Enfim, há dias que não percebemos muito bem por onde andamos e/ou ao que andamos mas estou convicta de que um dia acabamos perceber. Preciso de acreditar e defender que sim, aliás.
Cisne.

17 de fevereiro de 2010

A convicção prometida




Pois bem, tal como prometido, eis-me aqui convicta de qualquer coisa!


Convicta, então, de que os adolescentes são estúpidos! E inconscientes e parvos e.....parvos! Oiçam, a sério, eu sei que vocês já sabem disto, mas nunca pensei que a nossa estupidez chegasse a este cúmulo. Ora vejamos:


Conheço três ou quatro adolescentes (com que me dou relativamente bem e com quem convivo frequentemente) inteligentes, bem educados, simpáticos, amáveis, um tanto ou quanto variados da tola (mas nada que não se verifique em conta, peso e medida, como é próprio da idade) e, essencialmente, responsáveis. Mas, são estúpidos! São estúpidos, desculpem são mesmo estúpidos.


Quem, mas quem??!!, com a informação que nos dão hoje em dia, com a molhada de trabalhos que nos dão para fazer acerca do assunto, começa a fumar com esta idade??? Com esta idade e com qualquer outra mas perdoêm-me se considero absurdo que lhes tenham dito que é um vício terrível, que destroi a saúde, que afasta certas pessoas (como eu), que, numa geração cada vez mais vaidosa, lhes estraga os dentinhos e ficam mais feios, e que eles, mesmo assim, ignoram completamente tudo isto!... Quer dizer, eu vejo uma infinidade de razões para NÃO FUMAR e principalmente não NA ADOLESCÊNCIA mas já me fartei de pensar e não encontro nem uma para fumar!


Alguém que me guie, por favor? É que não consigo perceber até que ponto um adolescente (que está numa fase de transição para a fase adulta - Nota: já não é nenhuma criança pequena que não percebe as coisas!) consegue ser tão cego, tão influenciável... Para quê?? Não consigo entender.


É para se integrarem num grupo? Não é necessário. Desculpem, se um grupo só vos integra porque fumam, tenham dó, arranjem outro e esse grupo, valha-me Deus, ganhe juízo! É para imitarem alguém? Os pais? Epah, não sejam estúpidos! Os pais, caso não estejam bem a ver a coisa, também cometeram, no passado, o erro de experimentarem e agora não conseguem largar o vício. E a eles eu até dou alguma desculpa porque nessa altura ainda estava na moda ser-se rebelde e não tinham tanta informação nem tantos avisos. Fumar era um hábito...não bom mas aceitável. Agora? Agora poupem-me.


Ah! E outra coisa... Não me venham com histórias. Não me venham com tretas de que agora a asneira já está feita e não conseguem largar, porque o vício é recente e não se compara à habituação do organismo ao tabaco de uma pessoa que já fuma há 10 ou 15 anos. Se tiverem um pingo de força de vontade, desculpem lá, largam isso. É que mais vale fazerem um esforço agora do que mais tarde, quando enfrentarem um problema de saúde grave e terem o problema acrescentado de não conseguirem largar o que vos está a fazer mal: o tabaco. Ou até, quem sabe, numa situação mais grave, tão provável como qualquer outra, já nem poderem fazer mais nada - como o cancro, por exemplo.


Estou convicta de que a nossa geração é cega e demasiado (por demasiado, quero dizer mais do que é característico na idade) influenciável. É que somos nós mesmos que metemos a venda nos nossos olhos. Enfim... Espero por dia melhores. Se há coisas que não consigo perceber, uma delas é esta. Porquê?


Cisne.

8 de fevereiro de 2010

Em suma:

Olá!

Há uns dias atrás decidi dar uma voltinha pelo o meu próprio blog e ver alguns dos textos que escrevi até hoje; fazer um pequeno balanço, portanto. Conclui que tinha um bocadinho de tudo: poemas, divagações (como não podia deixar de ser), teorias e algumas reflexões acerca da minha vida e do meio onde vivo, incluindo as pessoas com quem co-habito. Mas reparei ainda que, se no princípio o que mais enchia este blog eram poemas e teorias, agora predominam as divagações e as reflexões da minha vida. Numa segunda fase perguntei-me porquê. Então várias justificações surgiram:

* Necessidade de desabafar as minhas peripécias com alguém (/com uma página de internet);

* Mais «à vontade» para com as novas tecnologias e para com este meio de comunicação e exploração da essência vida humana;

* Uma vida mais agitada/interessante (pelo menos para mim, sei lá).

E por enquanto ficou por aqui. Mas verifiquei que qualquer uma delas se podia confirmar. Ora, desabafar - não tenho por hábito fazê-lo, nem com quem o fazer (eu sofro de alguns problemas de confiança... E TEMPO!) -; estou, de facto, mais à vontade com isto de andar p'r'aqui a falar à parva, a arriscar-me que um perfeito desconhecido (e quem sabe conhecido?) ache que eu sou doida; e, por fim, actualmente, com a minha carga horária de aulas (seja de ballet ou escola) cada vez a crescer mais, realmente, a minha vida acaba por ficar mais agitada e, logo, com mais coisas para dizer.

Conclusão: Tudo isto para dizer que estou farta de falar de mim e da agitação (que eu gosto, atenção) que é a minha vida. Espero ter alguma ideia/tese/teoria para defender brevemente porque não vou escrever num próximo post sobre qualquer outro assunto que não este. E tenho dito! Estou farta de egocentrismos, está na hora de mudança, este blog está a ficar sensaborão. E ainda que seja só eu a lê-lo, quero fazer qualquer coisa interessante.


Portanto, au revoir meus amigos, que eu só volto quando for uma "mulher" convicta de qualquer coisa! x) ,
Cisne.

Abandono

Este blog foi ao abandono...E não admira. Está tal e qual como eu: abandonado. Desde que uma colega minha entrou de baixa e o meu t...