Dias díspares


Em que não se percebe. Se bons ou maus.

Não sei se hei-de me deitar na cama a chorar porque como sempre a rainha do drama volta a não ver solução para a relação que mantém. Ou se hei-de sorrir com um dia bem passado, de risos e histórias boas, de sol e boa energia.

Dias díspares. São todos os meus dias. Nunca sei se me hei-de deitar a chorar ou a sorrir. Estou sempre no limbo entre os dois, numa linha tão ténue que não consigo distinguir-lhe o final. E assim ando. Entre modos, entre espíritos, entre quem eu era e quem eu sou, entre a maneira como eu via a vida dantes e a maneira como a vejo agora.

Felizmente os dias de apatia acabaram. Menos mal. Assim-assim. Entre o bom e o mau.


Cisne

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