18 de abril de 2017

Ponto da situação #2

Aquela sensação de que nem sequer queres ter o telefone ao ouvido porque aquela pessoa que te tira do sério está demasiado próxima de ti. Metes em altifalante e afastas o telefone - ajudou, mas mesmo assim só se fica bem desligando a chamada.

Cisne

Ponto da situação

Eu devo estar maluca.

Ora bem isto aconteceu, certo? Pois hoje de manhã acordo com uma mensagem fofinha a dizer que estava cansado e sem paciência e que sim, tinha sido uma discussão parva e pediu desculpa. Maravilha, encantados da vida, não se fala mais nisso! Diria eu. E disse, indirectamente.

Pois parece que não. Não me atende e não me responde... Ah mas então é porque está a trabalhar!... Não, parece que não. Se está, teve tempo para ir ao facebook e ao whatsapp porque é o que diz lá. (sim, sim, porque isto de controladores juntam-se sempre aos pares).

Posto isto, só tenho duas teorias possíveis: ou ele descobriu o meu blog sei lá como e ficou zangado com o que eu escrevi (também não sei porquê, porque tudo o que disse é verdade) ou não gostou do que eu lhe respondi à mensagem fofinha - e dado que foi "gosto muito de ti, és muito importante na minha vida", duvido muito. Ou então não duvido nada. Este homem devia vir com livro de instruções porque eu não percebo nada.

Só sei que por mais que eu saiba que tenho razão e que ele está a ser parvo, estou irritadíssima. Ainda não aprendi a lidar com serenamente e com confiança quando ele entra na nave espacial dele. Enfim...Lots to learn...

Cisne
Discussões parvas, tão parvas, que até te fazem duvidar que tens razão, de tanta certeza que tens.

Planeei duas coisas sem ele. Uma no próximo sábado e outra no seguinte, a meio do fim-de-semana grande (sem me dar conta que o era). O drama, o terror: "alguma razão para planeares coisas de seguida sem mim?" SIM! Tenho 23 anos, sou maior de idade, dizem que estou autorizada a planear a minha vida sem pedir autorização.

Ah não não. É que nem pensar que eu deixo um homem voltar a controlar a minha vida. Tem ciumes e admite - optimo, estou cá para o ajudar a ultrapassar isso; sente-se inseguro porque eu sou muito mais nova - tudo fixe, vamos conversar. Agora aquela frasesinha do "sem mim " é que não vem que não tem! Quantas coisas já ele planeou de seguida sem mim?? E ainda por cima  uma das minhas é trabalho! Esquece, para estes dramas já não tenho cu. Se quiser conversar sou toda ouvidos mas que não fique à espera que eu ceda à birrinha.

Tantas maneiras que ele tinha de se mostrar inseguro, foi logo escolher a pior: controlo. E eu, como para esse peditório já dei e dei mal, não vou cair nessa onda outra vez, lamento.

Cisne

16 de abril de 2017

O prometido é devido...

Lá fui eu cortar o meu rico cabelo!


Foi difícil, custou um bocadinho a habituar mas gosto! Estou diferente, afinal nunca tive o cabelo tão curto (a não ser em criança, claro). Uns dizem que me faz mais nova, outros mais velha, mais moderna, mais estravagante... Quando ele crescer vou gostar também! São duas «eu» muito diferentes =)

Fica a foto para a posteridade!

Cisne

15 de abril de 2017

Anyone? #2


Tenho um baptizado dia 29 Abril. Não é nada de muito elegante, é tipo casual chic... Sugestões?

Cisne

14 de abril de 2017

Anyone?


Alguém tem alguma sugestão de músicas instrumentais - ou músicas com letra da qual eu consiga sacar só o instrumental - que transmitam saudade, falem sobre saudade, relacionadas com saudade no geral?


Jinhos à prima e obrigadinha,
Cisne

13 de abril de 2017

Enjoy!

Uma nova roupagem! Já estava há muito tempo igual... Estou numa de mudar tudo o que está há muito tempo igual sem grande razão aparente. Dizem que é da idade... =)

Enjoy!

Cisne

Here we go again


Luta interior.

Querer achar-me bonita, querer achar-me boa o suficiente, capaz o suficiente.

Que cansativo, que trabalho que nunca acaba e que, por qualquer razão que não compreendo, voltou em grande força. Já estava num sítio tão fixe na minha auto-estima e quando vou a dar por isso, já odeio  ver-me sem maquilhagem outra vez, odeio o cabelo, não consigo criar nada, não tenho motivação, só como porcarias...

Damn it...

Cisne

12 de abril de 2017

Dar prendas

Gosto muito de dar prendas! Ontem comprei uma prenda para a minha irmã, mãe, tia e namorado. Um dos sítios que mais gosto para ir ver prendas para oferecer é no Bairro Arte. Tem sempre coisas super giras, diferentes e/ou práticas. À minha irmã, porque ele está recentemente a trabalhar num escritório fora de Lisboa (e ela adora Lisboa), ofereci um tapete para o rato. Achei-o super giro e ficou muito em conta.

Este é o bloco de notas mas a imagem é igual

Os produtos desta loja não são os mais baratos mas compensam muito e bem procurado lá se encontram bons negócios...

Projector Smartphone 29,90€

Cadernos de viagens 27.90€
Mapa mundo para raspar os sítios onde já fomos 23.99€
Ovos tipo mealheiro com vários tipos de "fundos" - sapatos, viagem, casamento...
Tigelas com estilo 19€
Enfim...and more. Acho que já deu para perceber a ideia. Das prendas dos restante meto aqui quando lhes tiver oferecido!

Cisne

11 de abril de 2017

É só cabelo!!!

"Acho que vou cortar o cabelo radicalmente e pintar da minha cor original outra vez!!!
 ...Ou então vou só cortar radicalmente para não ser drástico a 100% deixo a raíz da minha cor natural e vou fazendo madeixas vermelhas (que é a cor que tenho agora)
... Bom, já que é para não arriscar totalmente e depois não gostar de ver, vamos aos bocadinhos e corto só no comprimento mas mantenho o corte...
...Se calhar é melhor pintar a raíz senão vou sair do cabeleireiro uma maltrapilha... 

Bom, se é para não arriscar mais vale não ir ao cabeleireiro de todo porque mal por mal eu até gosto do meu cabelo como está, é só ir pintar a raíz.

...Eu queria era mudar um pouco, ver-me diferente!..."

E é isto non stop na minha cabeça... God help...











Cisne

10 de abril de 2017

Pedir desculpa (pelo texto enorme que se segue...)


Estava aqui a tentar perceber qual é o problema das pessoas em aceitar pedidos de desculpa.

Pedir desculpa é péssimo, é horrível, entranha-nos no ego um veneno que só resfria ligeiramente quando ouvi-mos aquelas palavrinhas "não te preocupes com isso" ou "já passou, esquece isso" ou "tudo bem, tranquilo". E tira só um bocadinho do veneno porque sabemos que lá no fundo a pessoa continua magoada com o que dissemos/fizemos, mas que compreende de alguma forma a nossa ação e que o amor que nos tem é maior que o nosso erro.

Assim, estava aqui a pensar (muito furiosamente, devo dizer) porque é que raio é que quando alguém tem a valente coragem de descer lá de cima do pedestal do ego e dizer "desculpa, eu errei, estava errado" - porque na verdade é mais importante ser feliz do que ter razão -, outra pessoa há-de ignorar o pedido como se não valesse nada só porque está chateada??

Fogo... É intragável esse sabor. De termos descido e não termos ninguém para nos dar a mão. É por isto que as pessoas já não pedem desculpa. Por um lado não pedem porque sabem que as pessoas preferem ter rancor a compaixão , por outro porque sabem como é mais fácil manter o nosso orgulho lá no pedestal de «eu sabia que tinha razão, agora sofre», que admitir apenas humildemente que têm razão.

*                                                    *                                                          *


Foi isto que me aconteceu hoje. Tive uma discussão com uma amiga porque estava a tentar ajudar e ela considerou que eu estava a piorar a situação e eu, por minha vez, fiquei ofendida por ela considerar isso.

Por perceber o mal entendido e a minha parte de responsabilidade nele, pedi desculpa - esperando ouvir um "desculpa-me a mim também", admito, mas que se não viesse contentava-me com um "tudo bem" porque nem toda a gente consegue pedir desculpa. Mas fogo... não aceitar???

Ela tinha razão ninguém lha tira, eu não fui capaz de ver como o que eu disse a afectaria e fui em parte egoísta mas, gaita, eu também tinha - a verdade é que nunca fiz com má intenção e isso é fácil de ver!... Fico piursa...

Mas o pior foi quando conto à minha irmã (que é amiga de ambas) só viu a discussão do ponto de vista da amiga - but then again também sempre achei que foi assim durante a nossa infância, toda a gente tinha razão menos eu.

*                                                    *                                                          *

E como se toda esta história não bastasse acabo de me aperceber com este texto de onde vem a história de eu querer sempre ganhar uma discussão: porque cresci com a crença de que "toda a gente tinha razão menos eu". Great!

*                                                    *                                                          *

Fora isso, (dado que foi em parte esse o assunto discussão) é a preocupação em incluir o meu namorado nas coisas que faço com os meus amigos/família, pois ele inclui-me nos círculos dele. Não quer dizer que não tenha os jantares só dele, claro, mas eu sou frequentemente convidada. E tenho medo que "a minha parte fique para trás". É estúpido? Querer que ele crie ligações tão fortes com a minha família/amigos como as que eu JÁ criei com os dele? Se calhar é...até porque lá estou eu a competir outra vez...

É horrível ver tudo a acontecer outra vez como no meu primeiro "relacionamento sério" de 3 anos, em que eu passava muito mais tempo com a parte dele. Foi de tal forma que os amigos dele passaram a ser os meus e eu afastei-me dos meus de tal forma que quando acabámos eu não tinha ninguém. E quando digo ninguém, quero dizer ninguém. A minha família odiava-o portanto por mais que não me apetecesse ser consolada por alguém que falasse bem dele também não queria que falassem mal... Enfim. Péssimas memórias que vêm à superfície muito facilmente.

Pedir desculpa para mim é necessário e é um acto de humildade e coragem. Posso não conseguir fazê-lo na altura mas apenas porque ainda não tenho a distanciação necessária para perceber onde eu estava errada (para não falar de que ainda estou no marranço da competição!)

Fico triste quando uma discussão se gera por minha responsabilidade. O meu "eu inseguro" vem com a força toda dizer-me o quão culpada eu me devia estar a sentir e no quão burra, feia, parva, egoísta fui ao dizer ou fazer o que fiz. Fico triste não só pelo que aconteceu, mas ainda por perceber que a evolução que fiz na minha espiritualidade é ainda tão precoce, é ainda tão incompleta, é ainda tão...frágil.

Cisne

A C&A estava com descontos


...lá se foram dez euros...




5 de abril de 2017

Estou de fériaaaaaas!!

Uma das melhores coisas de se ser professor é que quando os alunos param nós abrandamos. Sim, não paramos, há sempre trabalho para fazer: aulas a preparar, papéis para organizar, etc. Mas sabe super bem ter a opção de poder ficar em casa (no fim-de-semana estou frequentemente a passear ou na casa do meu namorado - não conta!! ), de poder ver um filmezinho, de limpar a casa, de avançar com aqueles projectos/ideias mais demorados...

Yeah! ... I feel good..  Tan nana nana nana... I knew that I would...

O único inconveniente é só mesmo eu estar doente... E a academia onde dou aulas não fechar para férias..... Damn it!  Não se pode ter tudo...  :)

Cisne

Nós por cá

Andamos aqui todos aos trambolhões e a sensação que dá é que ninguém sabe o que anda cá a fazer. Eu ando por cá perdida e não é lá ...