Hopes and dreams

Talvez porque no outro dia a minha mãe me perguntou pelo P. e me vi obrigada a falar dele pela primeira vez desde alguns dias, uma noite que passou sonhei com ele.

Acordei a transpirar, aliviada por finalmente ter acabado. Foi tão curto, tenho tão poucas imagens e mesmo assim angustiante.

"Quero fazer-te uma pergunta mas estou tão bem aqui que até tenho medo de a fazer". No meu sonho o suspanse do tempo que demorou até ele realmente fazer a pergunta demorou horas; afinal só queria saber onde estavam os trocos do bolsos dele.

Mais tarde, a caminho da faculdade, revi todo o sonho e sorri - tinha novas imagens dele. Podiam até não ser reais mas ao menos não eram memórias de algo que já não tenho. Lembro-me, por exemplo, precisamente da cara dele quando lhe abri a porta. Quero guardar essa imagem por agora. Faz-me sentir bem. A vida real pode esperar dois ou três dias...


Cisne

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