29 de novembro de 2010

Impossible - Maddi Jane

Xiça!, que com esta menina aqui não se brinca! E pronto, depois de One Republic, eis o meu novo vício:




Cisne.
Às vezes acho que me esperam grandes coisas, grandes feitos... Só quero dizer que estarei cá para agarrar cada oportunidade sem medos. E até lá, espero não me esquecer que disse isto. ;)


Cisne.

28 de novembro de 2010

As confusões

Uma das piores partes de ser adolescentes é a confusão. É frequente termos dúvidas e nunca sabemos com certeza se estamos a fazer bem ou mal. Eu sei que quem ainda não passou por esta fase ou já passou também se confunde. Nem que seja uma criança indecisa com o brinquedo que vai escolher para brincar primeiro ou um adulto com um desafio qualquer. Mas, de facto, nós adolescentes sofremos o triplo.

Acho que uma das maiores confusões que me assolam (e das mais longas também) é não saber se quero crescer ou não.

Bom, eu sei que não podemos alterar o curso da vida (acelerá-lo ou abrandá-lo) mas podemos pensar nele, certo? E eu quando me meto a pensar no curso da minha, umas vezes digo que quero ter 16 para sempre e outras digo que estou doida para sair desta fase tão estúpida.

Eu tenho tenho Síndrome de Peter Pan :P Não quero crescer. E agora que estou a quase a uma semana de largar os meus sweet sixteen, não quero, sinto que o tempo está a passar depressa demais e que não tarda nada tenho de ser Adulta. Eu sei que «ser adulto» não é algo que se note da noite para o dia mas, mesmo assim, estou a caminhar depressa demais para lá.

Por outro lado, tenho mau feitio. lol, eu explico: Detesto os meus colegas de turma, detesto os meus prof., detesto passar a maior parte da minha vida numa escola em que não tenho amigos ou com quem passar um intervalo, detesto estar sozinha a maior do tempo. E entrar na faculdade (o que, se tudo correr bem, será daqui a um ano mais coisa menos coisa) é a minha ideia de: novas pessoas, novos ambientes, novas realidades, novos desafios, novas escolhas e, quem sabe, amigos. A minha fé e a minha esperança está, infelizmente na faculdade. Não estou a contar com aquela imagem que toda a gente gosta de fazer «ah e tal grandes festas» «ah e tal grandes convívios».  Estou à espera de encontrar alguém com que me identifique. Alguém que me diga quando estou a falar demais para que não a chateie ou aborreça, alguém que, apesar disso, goste de me ouvir, que goste da minha sinceridade (que, a sério, estou a fazer um esforço para não ser bruta!, estou só mesmo a ser frontal).

Eu posso parecer injusta porque não estou inteiramente sozinha. Tenho os amigos fantásticos da minha irmã. São pessoas com quem me identifico imenso, que prezo muito e a quem quero bastante, mas...têm um pequeno defeito. São, como disse, da minha irmã. Gostava de saber que consegui cativar uma pessoa (do sexo feminino) sem ser por obrigá-la à minha presença, a conhecer-me de verdade.

Eu espero, muito sinceramente, encontrar alguém na faculdade. Caso contrário...serei sempre a miúda feliz que fui até agora, mas sempre incompleta.

Ah, e tudo para dizer que esta é outra das minhas confusões. A outra esperança que tenho é que ter uma amiga deixe de ser tão importante na faculdade. E, afinal, ter um namorado amigo também ajuda ;)


Cisne.

24 de novembro de 2010

Observo

Vou no autocarro imersa nos meus próprios pensamentos e alheia a qualquer movimento que me rodeie.


Subitamente, sem que lhe dê grande importância de início, um casal (marido e mulher, suponho) entram. A mulher segue pelo corredor sorridente, irradiando boa-disposição. Gosto de pensar que antes de entrarem, o bebé que, adiante o homem carrega nos braços, os fez sorrir com o seu ar serenamente repousado. Assim como assim, o homem senta-se à minha frente e, como carrega o filho e precisa de espaço duplo para ambos, a sua mulher senta-se no lugar em frente, de costas. Os (sor)risos de ambos dão lugar ao silêncio e agora concentram-se nos seus pensamentos.


Se a mulher não posso adivinhar, o homem debate-se com pouca eficácia, tentando descobrir em qual dos dois (esposa ou filho) há-de fixar o olhar e a atenção. Sem dizerem uma palavra conseguem captar a totalidade da sua atenção. Ou melhor, partilhá-la entre si.


O homem escolhe então o filho, por momentos, que contempla e aconchega. Ajeita as suas roupinhas e segura-o com firmeza contra a os balanços do transporte - nada pode tirar-lhe aquele momento solene. Agora que nada pode atingir o seu filho (sendo pai achará que, guardando-o para sempre assim, nunca se magoará), desliza a visão para a sua mulher de costas para si no banco da frente. Inclina ligeiramente a cabeça para o lado esquerdo, procurando alguma lógica para o cabelo dela estar particularmente bonito neste entardecer em que já nem o sol o ilumina. Será possível que tanto tempo passado, só agora, numa ocasião desprovida de planeamento (ou não fosse a chuva igualmente imprevisível).  Assim corre o seu pensamento...

Mas agora contém-se e já não pensa em nada. Já fora momento de questões e desculpas mas não mais. Pouco importa porque não reparou antes. Importa admirar o seu cabelo meio liso, meio ondulado, apreender cada pitada de dourado que desponta de um castanho já claro como se soizinhos minúsculos se distinguissem do céu.


Ui, que solavanco! Mas nada demais, a criança ainda está segura, confere. Olha pela janela para retomar o seu raciocínio e prossegue na análise mental atenta e cuidada.


Como é que aquela mulher, que há tantos anos lealmente o acompanha, possa manter tanta sedução e beleza, até de costas!, que agora descobre uma face para admirar a vista que, já ou não, vira antes? Como tinha quebrado a si mesmo a promessa de lhe contar a sua beleza todos os dias?


Aproximo-me do meu destino. Saio. Reflicto:
Era bom que tudo o que eu imaginasse fosse real...

Cisne.

22 de novembro de 2010

Esqueceram-se de tirar os pés da terra


Acho que as pessoas não olham muito para cima.

Estão tão (con)centradas na sua vida, no que é sempre igual. E o céu? E as nuvens?E o sol a despontar? Eu bem sei que não trabalhamos com o céu e que ele não nos impede de ir ao supermercado ou nos impede de concluir rapidamente aquele relatório urgente. Mas está lá. Num segundo plano, também sei. Não podemos viver sem um céu. Somos céu e somos terra, somos vida e somos sonhos, temos sonhos e neles vida. E, se alguns discordam, penso que o homem desprovido de sonhos não vive e vive pouco quando não os transforma em vida.

Mas as pessoas olham pouco para cima. Não cuidam se o céu está nublado ou se está limpo. Isto é, cada um constrói o seu céu - um plano bem amplo e minucioso ou simples e realista - e talvez haja quem o nem chegue a construir. Mas, como dizia, a certa altura acaba por esquecê-lo. Deixa de admirá-lo, de o tornar naquilo que dá vida, faça chuva ou sol.

Por que é que andamos demasiado ocupados a olhar para cima? Por que que é que, para alguns, isso deixou de importar? O Homem está tão concentrado no que está diante dos seus olhos que esquece que é Lá em cima que muitas vezes se encontram respostas. E Vida.


Devaneios de uma adolescente, enfim...
Cisne.

São «certezas»?

São certezas?

Se calhar são certezas de que preciso para ter razão. Para mim faz lógica. Para ganhar uma discussão os nossos argumentos têm de ser fortes e, acima de tudo, temos de acreditar no que dizemos.

Tem lógica.

São certezas?

Cisne.

21 de novembro de 2010

A minha mana faz anos!!

A minha irmã faz anos, yeih! :) 21 aninhos e há 16 (quase 17) (adoro dizer isto por causa do "Música No Coração" :P) que me atura! E que paciência é preciso ter... Mas bom, como tenho de ir arranjar aqui o estaminé para a famelga vir almoçar, não tenho muito mais tempo para escrever.

Digo mais ou menos o que disse no ano passado, acrescentando que tenho muito orgulho nela e uma pitada de saudade. É sempre difícil quando vivemos com uma pessoa durante 14 anos e, antes de termos tempo para dizer que «ok, podes ir» (como se tivesse alguma coisa que autorizar!!), ela sai de casa. =') Mas estou feliz! A tua determinação (que só Deus sabe como é possível ter-se tanta) é incrível e é um exemplo a seguir. Fazes muita coisa que não apoio ou aprovo mas, no fim, és sempre a mana mais velha que me faz rir, seja com um trás, trás pumba, ou quando estou a precisar de um puxão de orelhas.


Parabéns!!,
Cisne.
Quando encontramos uma pessoa que já não vimos há muito tempo e que teve um papel muito importante na nossa vida no passado, penso haver ali uma quantidade imensa de reacções e pensamentos que toda a gente toma como certos - a mim só baralha.

Quando nos despedimos dessa pessoa é frequente, seja em 15 segundos ou 15 minutos, ficarmos a pensar um pouco naquilo que ela nos lembra, àquilo que ela nos remete. O que nós nunca pensamos é que todo o tempo que passou, conservámos uma imagem tão querida, tão simpática da pessoa que, muito provavelmente, já não é mesma. É que, o crescimento faz parte de todos e não é algo mau - mas acontece. O que recordamos pode ser agora distorcido. Como ninguém quer distorcer algo bom, não pensamos nisto.

Facto: O que mantemos é uma forma e conteúdo do passado e, se não temos uma do presente, então o que temos são apenas...reacções baseadas em memórias. Poderá ser?

Vou tornar mais claro: fingimos conhecer a pessoa que encontramos, quando, na realidade, ela já é outra completamente diferente. Daí talvez, algum embaraço às vezes, sem sabermos o que dizer. Mas digam-me lá se não tenho razão: nesses 15seg ou 15min não concluem com "é bom rapaz" ou "bons tempos, por que é que deixei de fazer aquilo?" ou "por que é que perdi o contacto com esta pessoa". Não faz sentido pensar assim! Provavelmente agora já nem "falam a mesma lingua", já não conseguem terminar as frases do outro, já não há nada que vos ligue e, ter saudades do passado para quê?? Infelizmente a vida ter um curso irreversível. E é melhor que não nos enganemos dizendo que aquela pessoa é «porreira». Ou é?

Pois... Se calhar é. Se calhar viver no que «já foi» durante 15seg ou 15min não é assim tão mal. Perdemos tanto tempo a fazer tanta coisa que não interessa, o que são mais 15seg ou 15min?

Esqueçam tudo o que eu disse! Acho que é daquelas coisas que só vou perceber quando encontrar. Mas não quero chegar lá tão cedo. Ainda tenho muito pela frente para, posteriormente, recordar.


Cisne.

19 de novembro de 2010

Esmeralda Variación

Descobri hoje ao navegar. Fiquei hipnotizada, adorava dançar esta variação um dia. É tão irreverente, tão «chega para lá que quem manda aqui sou eu». Ballet clássico irreverente faz todo o meu estilo.




Cisne.

Desafio - Jogo dos sete

Portanto: Recebi este desafio da May, uma bailarina fantástica e tudo e tudo e tudo.


7 coisas que eu tenho que fazer antes de morrer:

  • Fazer o que estou sempre a dizer que farei em breve e o breve vai-se prolongando...
  • Fazer parapente
  • Ir ao Cristo Rei
  • Comer chocolate
  • Ser professora de ballet
  • Ir ao Bolshoi
  • Encontrar a minha madrinha

7 coisas que eu mais digo:


  • «Né?»
  • Estás a perceber-me?/Estou-me a fazer entender?
  • Sim, sim.
  • E porque não?
  • Tive uma ideia espectacular!!
  • Epah, desculpa!:esqueci-me completamente!!
  • «Ceeeeerto».

7 coisas que eu faço bem:

  • Dançar
  • Sorrir
  • Criticar
  • Ler
  • Falar (este eu faço demasiado bem!!)
  • Dar cabo da paciência dos outros
  • Amar

7 defeitos meus:

  • Teimosia
  • Stress em demasia
  • Falta de auto-confiança
  • Fala-barato
  • impaciência
  • Falta de memória (no can do)
  • Falta de auto-domínio

7 coisas que eu amo:
 
  • Ballet (ou dança em geral)
  • A minha familia
  • A minha personalidade (é sempre importante amarmo-nos, não acham?)
  • O bolo de chocolate da minha mãe
  • Estar na Natureza
  • Ler um bom livro
  • Ver duas pessoas apaixonadas (amo, amo ver)

7 qualidades:

  • Alguns dizem que bondade é defeito, outros virtude, já eu nem sei se a tenho...
  • Ser meio extrovertida, meio timida (acho que nas alturas certas)
  • Ser transparente (what you see is what you get)
  • Evitar conflitos
  • Lidar bem com as pessoas
  • Mais não sei lol
  • E mais não sei - . -'

7 pessoas que farão este jogo

Ora portantosssss:
  • http://escritadeumcanhoto.blogspot.com
  • http://memydreamsandi.blogspot.com
  • http://escrevoparanaomeouvirem.blogspot.com
  • http://eraumavezparasempre.blogspot.com
  • http://poemasmeus-lo.blogspot.com
  • http://luna-marcasdeluna.blogspot.com
  • http://apestanadomundo.blogspot.com

    Have fun!
 Cisne.

17 de novembro de 2010

I miss me

Tenho saudades disto:



e até disto...



Ou seja, de até num allegro (que é o meu pior dos piores) me sentir BEM!


Cisne.

16 de novembro de 2010

Afinal o problema é meu

Eu às vezes fico um pouco confusa.


Bom, eu sou uma pessoa que complica tudo. Não só por ser adolescente, para mim, tudo é um stress, tudo exige grande pensamento, tudo é um drama. Lembram-se de vos falar que não tinha amiga(s)? Bem, é que ultimamente aproximei-me de uma rapariga que já conheço há anos mas com quem nunca me dei a sério. E, apesar de sermos MUITO diferentes (somos totais opostos, aliás), eu comecei a ficar entusiasmada porque acho que até nos entendíamos. Mas ultimamente... estou a passar uma fase um pouco complicada. O ballet não está a correr bem e cada vez tenho mais tendência para comer desmedidamente e isso já se está a reflectir na balança, a acrescentar também a matemática com quem nunca vou conseguir fazer as pazes. Pronto, então tenho andado mais em baixo. Nos primeiros dias, ela esteve lá e deu-me algum apoio, conversou um pouco e tal... Mas agora parece que se está a fartar de mim. Se calhar sou mesmo enfadonha, malta. E se calhar pedir desculpa por isso não chega.

Gaita!, e tanto trabalho para me convencer que o problema não era meu...


Cisne.

15 de novembro de 2010

Hoje estou assim





Hoje estou assim... Meio que perdida... Meio que distraída... E tenho tanto para fazer...


Cisne.

14 de novembro de 2010

Música para os nossos ouvidos



Yeloo! A Sabor Adocicado* meteu no blog dela um post com este mesmo video no Youtube que simplesmente amei e vim partilhar convosco também.
Talvez só quem consiga apreciar música clássica goste, mas ora eu achei uma delícia.


Cisne.

10 de novembro de 2010

Estou sentada a ouvir o vento, a chamar por ti.
Estou por perto a zelar por mim.
Faço por não pensar e penso em não fazer mas...
Mas que tanto me engano; não sei fazer nada assim.

Cobres-me
Sem dor ou pudor:
Acercas-te, enganas-me,
Porque te julgas credor?

A ti não devo nada.
Só a infelicidade do amor,
E foge-me tu com ele e a dor
Inerente ao quente da vela apagada

E é louca, e destravada,
Ah, criança malvada!
Com olhos de porcelana...
Aproxima, manipula e engana.
És tu, sim,quem mais?
Todos os outros banais.

Trais e desmanchas tudo.
Mas serás culpado imundo?

Imundo mundo eis-me aqui:
Imunda mentira, só sei mentir assim.



Não sei que foi isto...mas que seja.
Cisne.

Demorou mas chegaram aqui!!

Lembram-se de no Verão ter prometido a foto de umas sabrinas lindas lindas que tinha comprado? Pois bem, demorou mas foi!! Aqui estão as minhas queridas...




Lamento a qualidade das imagens mas aqui a je não pesca nada disto de fotografia :PP

Cisne.

8 de novembro de 2010

Há dias em que percebemos o quão estúpidos alguns dos nossos erros são... Hoje é esse dia.


Cisne.

7 de novembro de 2010

Não é inveja... É medo.

Tenho saudades dos dias em que, finamente, me adaptei às aulas do ateneu. Eu era a maior da minha aldeia, tanto para mim, como para o Vítor. Mas deixem-me dizer-vos que é horrível ser "substituída". Eu sei que, um dia estarmos no topo e outro dia estamos abaixo da base, é uma constante no mundo da dança (e principalmente no ballet). Mas ainda assim...custa. Passarmos de cavalo para burro, sabendo que nada fizemos para tal acontecer, é péssimo. Estamos completamente dependentes do talento da outra pessoa.

Digo isto porque há uma míuda na minha turma que agora é a "menina dos olhos do meu prof. de dança". E o pior é que está aos olhos de todos. E mesmo que não estivesse, ele faz questão de nos dizer. "A S não faz os jetês nada mal", "Qualquer prof. chamava-lhe um figo se visse aquele corpo para trabalhar".

Não é inveja. É medo de passar para 2º plano... Mas custa ver que o nosso trabalho está a ser completamente desvalorizado, só porque aparece uma menina com um corpo fantástico: magra, um cou-de-pied fenomenalmente natural, umas costas fantásticas, uma abertura fantástica. O que me consola é que ela, realmente, não desperdiça o que tem e consegue acompanhar-nos. Talvez ela tenha "O dom". E se assim for, fico muito feliz por ela. Mas é que não parece mesmo! Ela não tem aquela paixão, sabem? Não sente aquele frenesim, aquele bichinho...

 Mas pronto, seria bom que o meu professor se preocupasse um bocadinho mais em melhorar as restantes... Isto é, não nos tornar invisíveis. É que passar uma aula inteira a ouvi-lo corrigi-la às vezes cai mal.

Mas bom, vou para ali deprimir-me a agarrar-me com força à minha nota de Intermédio (que foi a melhor)

Cisne.

5 de novembro de 2010

Há sonhos tão estranhos...

Ando a ter sonhos estranhos...

O de esta noite foi: estava numa estação de comboios (supostamente a de VF de Xira mas não era) muito escura, parecendo quase uma estação de metros porque era quase debaixo do chão mesmo, e ia para Lisboa. E então, como ainda tinha de esperar que o comboio chegasse, sentei-me nuns bancos e pousei as minhas coisas. Quando ele chega levanto-me meio apressada e começo a pegar nas minhas coisas mas parece que nunca mais consigo pegar em tudo, cada vez são mais e mais coisas! E quando olho, perdi-o. E isto acontece várias vezes sistematicamente. Até que, por fim, consigo levantar-me com as minhas coisas para alcançar um comboio quando uma pessoa que estava sentada ao meu lado me diz «Não é esse; esse não vai para Lisboa!». Mas eu, teimosa, ainda assim debruço-me sobre uma senhora prestes a entrar no comboio e pergunto-lhe se vai para Lisboa. Ela responde-me que não e eu vejo o comboio a partir.

O que será que significa?
Na noite anterior a esta também foi qualquer coisa estranha mas acabei por me esquecer... Não sei o que é que o meu inconsciente tem recalcado para lá, mas, o que quer que seja está a querer vir ao de cima.
E por falar em inconsciente!, tenho um trabalho de psicologia sobre Condicionamento Operante para fazer e estou para aqui a aparvalhar! - . -'


Adious!,
Cisne.
Acho que estou a tentar concretizar um projecto que não pode ser concretizado...

Só espero estar errada.

3 de novembro de 2010

Hoje sinto-me 20!

Hoje estou assim:
E a sentir-me assim:

Ou seja:

  1. Recebi um 12 no teste de matemática (que, acreditem ou não, para mim já é bom)
  2. Recebi um 16,6 a português (com aquela prof e com Fernando Pessoa, eu acho que é mesmo o meu máximo....)
  3. E, last but not least: 20 na apresentação oral de inglês!!! Que era, assim mais ou menos, HIPER importante para levantar a nota miserável que tive no teste. Portanto, Yeih!!

Cisne.

2 de novembro de 2010

Há pessoas especiais...

Há pessoas especiais...

De vez em quando penso que gostava de ser professora. Isto porque tenho uma boa dose de «à vontade» com as pessoas em exposições orais; porque, apesar de, por vezes, me baralhar com o que digo ou encavilatr tudo o que tenho para dizer, percebo-o, vejo quando a plateia não está a perceber nada e remendo. Sei dar a volta. Isto é, sei dizer as coisas de várias formas para que, no fim, não restem quaisquer dúvidas.

A minha prof. de matemática é um bom exemplo de prof.-não-especial (muahahahah). Ela só entende a matéria na cabeça dela e depois explicá-la às outras pessoas 'tá caroço!

Mas bom, eu ia onde? Ah, esse é um dos problemas que eu tenho - às vezes disperso-me e as pessoas vêm atrás de mim: desgraça! Ah, e outro grande defeito, meu e de alguns profs., é não conseguir estabelecer uma ligação próxima com os alunos, SEM perder o respeito mútuo. Isto é de grande importância. Assim que se perde o respeito por alguém, dão-se diversos abusos, perde-se a concentração do que é realmente importante.

Agora: há aqueles seres humanos que conseguem fazer coisas impressionantes. Professores que se dão ao respeito e respeitam, que se tornam nossos amigos e pessoas que gostam de nós, que nos fazem lembrar deles para toda uma vida, há professores que conseguem dar aula sem giz, sem quadro, sem uma cadeira mas NUNCA com alunos a falar, que nos dão daqueles sorrisos especiais - não precisa de ser uma gargalhada ou um sorriso rasgado, pode ser um complexo sorriso simples -, que ensinam como nunca vimos ensinar, que conseguem dizer a mesma coisa de maneiras infinitamente diferentes, que não arredam o pé enquanto não percebermos o que eles estão a dizer, que conseguem dar um pequeno sorriso de encorajamente quando, pela 4ª vez consecutiva, tivemos negativa, que quando temos um 16,7 e passámos toda a vida a ter 18s e 19s eles olham para nós chocados e dizem "Isso não é uma má nota e mesmo assim vais conseguir fazer melhor, não te preocupes!".

Há professores especiais...e quando penso em ser professora desisto logo da ideia porque acho que não conseguiria fazer tudo isto. Ser (professor) bom professor é um dom e, infelizmente, acho que não o tenho. Felizmente, já conheci 5 professores com esse dom. Falo com grande carinho de e a eles dedico este texto: Prof. Gualberto (Português - 5º e 6ºanos), Prof. Carla (Fisico-Química - 8º e 9ºanos), Prof. Catarina (Matemática - 8ºano, penso eu), Prof. Ana M. (Inglês - 12ºano) e Prof. Amaral (Matemática - 10º, 11º e 12ºanos)

Os professores são pessoas especiais.

Cisne.

Nós por cá

Andamos aqui todos aos trambolhões e a sensação que dá é que ninguém sabe o que anda cá a fazer. Eu ando por cá perdida e não é lá ...