30 de dezembro de 2013

Para um novo ano


2014: que seja um ano bom para os outros. Não. Para o C., para a minha irmã, para a minha mãe, para a minha tia e para o P. Eu estou bem. Não faço questão, claro, mas se o meu 2014 tiver que ser péssimo não faz mal. Já folguei tanto, não é muito justo (justo, vá, no sentido de universo, karma, blá blá blá e todas essas coisas em que eu acredito :) )

So, please, Universe, be good to them. They're very great people and they really have been having some preety bad luck lately... Let them be good. Be happIER. I can take 12 months by myself I think ;)


Cisne

26 de dezembro de 2013

Ele não é o homem da minha vida


Em alguns momentos da minha vida, é muito triste que me conheça tão bem. Neste momento sei que o meu namorado não é o homem da minha vida. É apenas a pessoa com quem quero estar agora.

Voltei a tentar explicar-lhe que o que ele me dava não era suficiente, que parecia que ele me tomava como certa, que palavras já há muito que deixaram de chegar. Falei com calma, disse que o adorava e que era isso que, do meu lado, ainda suportava a relação que mantínhamos. Disse-lhe que ele precisava de ter a noção de que não vai chegar para sempre e que eu também me canso de esperar. Disse-lhe que precisava de mais e que não queria dizer-lhe o quê. Não queria porque achava que merecia um pouco mais... Que merecia que ele se esforçasse por perceber o que eu lhe digo, o que me falta. Ele respondeu-me:

«- Mas o que é que eu faço mal?
- Amor, tu não fazes nada mal, é o que tu não fazes...
- Então mas o que é que queres que eu faça mais? Eu tenho falado mais contigo, tenho-te dado mais atenção...»
Sem saber o que responder, dei-lhe a resposta mais sincera...
«- Lidas comigo como se fosse um animal de estimação. Eu não quero atenção, eu quero sentir-me desejada, amada.»

Ele não entende. Até aqui eu achava que ele simplesmente não se importava mas agora vejo que ele está a quilómetros de perceber o que me faz falta...

Tenho pena. Mesmo muita. Não porque ele seria o homem da minha vida, porque acho que não é. Mas porque é o homem com quem quero estar agora e me faz feliz. Feliz...? Sim, feliz. Amar alguém é das maiores felicidades da vida. Aliás, acho que é mesmo um dos seus grandes propósitos.

Cisne

18 de dezembro de 2013

Estou numa de publicar textos que estão há imenso tempo em rascunho.....

Escrevi este texto ao orgulhar-me do valor e confiança que dou à amizade (por mais recente e frágil que seja......).

"A última semana tem sido difícil.

Muito trabalho, algumas dores, choro e riso. Mas o dia de ontem foi especialmente marcante para mim.

Uma colega minha já estava a faltar às aulas há três dias consecutivos e não atendia as minhas chamadas. Quando alguém lhe mandava mensagem ela só respondia com «não se preocupem, está tudo bem, é só tpm». Claro que não era. Quando segunda-feira ela novamente não apareceu eu decidi ir ter com ela à residência da faculdade e num rasgo de sorte apanha-la em casa para conversarmos.

Como diz a minha tia, não há cabra nenhuma que não tenha sorte portanto eu tive: chamaram-na ao quarto e ela desceu. Conversámos e finalmente percebi que ela queria desistir do curso. Tentei convencê-la de que só precisa de pedir ajuda e de não estar sempre sozinha, uma vez que estar tão longe de casa já custa o suficiente. No fim, ela prometeu-me pensar em tudo o que eu lhe tinha dito e que no dia seguinte já iria às aulas. Dei-lhe um abraço e ela agradeceu-me. Cumpriu a promessa e hoje lá estava de maillot e collants."

Resultado? Passados uns meses ela desistiu realmente do curso, sem dizer nada a ninguém, ficou um mês sem me falar até finalmente atender/responder dados os assuntos importantíssimos que tinha para lhe falar. Quanto a amizade? Claro que cessou. Como todas as que tento criar com mulheres... Não sei bem qual é o meu problema = / Mas pronto. I'm happy now.

Cisne

E assim como quem não quer a coisa...

Estava aqui a navegar pelos meus textos e rascunhos que não cheguei a publicar e deparo-me com um de dia 25 de Abril deste ano que tinha como título "E assim como quem não quer a coisa..." e dizia:

"... acho que um rapaz me acabou de convidar para sair e eu aceitei... Mas como?? lol"

E acabei por ficar curiosa para saber quem era porque por esta altura não faço ideia. Nem faço ideia quem seria ou de como correu ou se eu cheguei sequer a ir (em princípio não devo ter ido senão lembrava-me!!)... Enfim... Também não é importante, dado que o meu namorado não foi de certeza lol

Cisne

I wish I didn't have a river but...


... É NATAL!!!
=D

Cisne

16 de dezembro de 2013

Unravel


"While you are away
My heart comes undone
Slowly unravels
In a ball of yarn
The devil collects it
With a grin
Our love
In a ball of yarn

He'll never return it

So when you come back
We'll have to make new love"

Ontem foi Domingo. E foi um dia bom. Hoje é segunda e tudo se mantém estável... Talvez eu esteja finalmente a ficar melhor. Até acordei bem disposta... E quem me conhece sabe como  é raro!! :)

Uma boa semana para toda a gente!


Cisne

15 de dezembro de 2013

6º Sentido: Sentir


Eu consigo ouvir mas não tenho um ouvido tísico como a minha mãe. Eu consigo cheirar mas não a quatro quarteirões de distância, como a minha mãe. Eu consigo ver mas não tão bem quanto a minha mãe, a quem não escapa nada. Eu consigo tocar mas minha mãe toca no corpo como quem toca na alma. Eu consigo saborear a comida, mas a minha mãe deve conseguir melhor, porque ela consegue perceber exactamente o que falta numa receita só de a provar.

Comecei por escrever este texto para me comparar a à minha família mas, de facto, na minha família acho que a minha mãe é a que tem os sentidos mais apurados. Só que eu acho que não temos só 5 sentidos. Acho que temos 6. E para mim é mesmo uma coisa real e não intuitiva, é uma questão de energia. E se realmente um sexto sentido do ser humano for sentir então, por mais sensível que seja a minha mãe, eu acho que sou a que sente mais da família.

Sentir não no sentido de ser lamechas ou sentimental. Sentir o que não se vê, não se ouve, não se cheira, não se prova. Sentir a energia. A energia que vem das pessoas.

Acho que é preciso ter menta aberta para sentir esta energia. Há várias provas, vários testes, em que geralmente se anulam de alguma forma todos os outros sentidos.

Tenho pensado no quão bom seria que muitas das pessoas que me acompanham diariamente fizessem esta prova, se testassem de mente aberta, que lessem estudos e percebessem que o nosso corpo tem energia que há correntes eléctricas no nosso corpo para além de sangue, veias, músculos, orgãos... A minha irmã é uma delas. Ela recusa-se mesmo a sentir, a aceitar que possa haver algo nas pessoas que ela não consegue ver e materializar mas que está lá. Mas à parte disto tudo acho que a minha irmã não consegue mesmo é acreditar. Tenho pena... Sentir foi a coisa mais importante que aprendi quando entrei na faculdade.


Cisne

13 de dezembro de 2013

12 de dezembro de 2013

Venho aqui fazer uma confissão de uma coisa que faço...


... para ver se a deixo de fazer. É uma coisa muito muito estúpida, a atirar para o «namorada psycho».

Confesso que passo grande parte da minha noite (maior do que deveria alguma vez ser, dado que nem deveria existir) à procura de músicas parecidas com as de que o meu namorado costuma gostar só para publicar e no dia seguinte poder ter um gosto dele no facebook. (ou errar redondamente e verificar que não tenho gosto nenhum) (ou verificar que ele não é tão viciado quanto eu e nem sequer foi ao facebook)...

Pronto, vou ali ver se ganho vergonha e já volto, está bem?


Jinhos à prima,
Cisne

11 de dezembro de 2013

PE/AID #20


Cá temos mais um Pensamento Estúpido/Arriscadamente Inteligente do Dia:

Como é que ainda ninguém se lembrou de fazer pijamas quentes (mas bem quentes, tipo polares) para adultos? Sem ursinhos, nem bonequinhos, nem orelhinhas... É que o pessoal se tiver de abrir a porta ao carteiro de manhã e acordar tipo zombie não vai ser muito agradável ser vista como coruja...

Enfim, dilemas de uma friorenta.

Cisne

10 de dezembro de 2013

20 anos


Pois que sim, gosto desta música, não, não faço ideia porquê.

Este fim-de-semana fiz 20 anos. Não foi o pior aniversário de sempre mas acho que desde os 10 anos que não tinha um tão mau. Ah isto porque como não tinha amigos praticamente nunca aparecia ninguém para as minhas festinhas de aniversário. Enfim, é a vida. Mas à medida que fui crescendo fui dando mais importância à família e aos amigos que estão (geralmente os da minha irmã). Só que desde que entrei para a faculdade e ganhei amigos que os meus aniversários (18 e 19 anos) tem sido com os irmãos e amigos. Óptimos por sinal porque tenho conseguido convencer toda a gente a ir dançar e porque é feriado no dia seguinte. Este ano, com ainda melhores amigos e com tudo organizado com a família, mesmo como eu queria, pensei que ia ser ainda melhor. Deixei tudo pronto no fim-de-semana anterior (aulas preparadas, trabalhos feitos, casa limpa, etc.) para neste fim-de-semana aproveitar mesmo. Bom, saiu-me tudo furado. O pessoal amigo cortou-se e tive discussões sem fim com o meu namorado (na verdade toda a semana foi péssima para nós). Criei tantas expectativas e na verdade só foi bom o que foi como sempre: o almoço com a família da parte da minha mãe. E pronto, com isto tomo uma decisão de que espero não me esquecer: os meus aniversários daqui para a frente não vão ser planeados. Não vou planear jantares, nem almoços, nem saídas. Vou por aí. Vou passear, vou ver coisas, ou então nada disto e vou ficar em casa. Vai ser um dia como todos os outros. Bom, de preferência. E se não for então ao menos não fui eu que o fiz mau.

Cisne

8 de dezembro de 2013

Hope is a dangerous thing


Acho que só hoje tentei acabar com ele 3 vezes. Ou tentei com que ele acabasse comigo... Fi-lo chorar duas vezes, não chorei nem uma, convicta do que estava a fazer.

Sei que o tenho de fazer, estou a ganhar forças para conseguir, mas ainda não foi desta.

Porquê? Porque não estou bem assim. Claro, estar com ele é óptimo, gosto imenso dele e julgo que ele de mim. Mas despedir-me é um suplício, as poucas horas que estamos juntos não tiram as saudades só criam mais. É difícil estar longe e é difícil namorar com alguém que conheço mal.

Já passaram dois meses e meio. Não me adaptei, não estou feliz, não estou bem. Não sei o que vai acontecer.

O silêncio imperou numa das conversas que tivemos. Ele disse-me que já não sabia o que me dizer. Que não queria acabar, que não se tinha só apegado a mim como eu dizia, mas que me amava. Que queria estar comigo, ficar comigo. Abraçou-me, disse-me que tudo ia ficar bem. Disse-me "vais ver que um dia temos um t2 e nos vamos rir da parvoíce disto tudo". Beijou-me. E outra vez. E despediu-se... Outra vez.

Estou a descobrir que tenho limites mais largos do que julgava, estou só cansada de me sentir mal, às vezes sinto falta de estar sozinha, sinto-me tão mal na maior parte do tempo...

Mais um Domingo, mais uma segunda-feira, mais uma semana. E apetece-me chorar... Outra vez. Não estou bem e não sei como ficar melhor.


Cisne.

Abandono

Este blog foi ao abandono...E não admira. Está tal e qual como eu: abandonado. Desde que uma colega minha entrou de baixa e o meu t...