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A mostrar mensagens de Maio, 2014

Já começa...

Já lhe sinto a falta.

Vou pensar num encontro

So we meet again my heartache
So we meet again my friend
I should've known that you'd return
The moment I was on the mend

So we meet again my heartache
Like two lovers torn apart
Bound together by the breaking
Of a tired and torrid heart

So we meet again my heartache
Just as leaves begin to change
How you've made my life a story
Filled with whirls you've rearranged

So we meet again my heartache
Come and join me in my pain
You're the reason I remember
Every sweet and sad charade

So we meet again my heartache
Come and sit with me a while
Rest your head upon my shoulder
Hide your face beneath my smile

So we meet again my heartache
Hold the glasses stilled with wine
I hope you join me in my toast, my ghoulish host
And maybe stay a while this time.
Com a força toda, super concentrada! Finalmente! A tristeza não me fecha portas, abre-me caminhos!
Acabo de marcar encontrar-me com uma colega para a convidar a interpretar um solo que quero coreografar para ela para um festival em barcelona Acabo de propor a minha entrada num projecto em que música e dança trabalham em conjunto para montar um espectáculo de várias peças de vários alunos Estou em processo de criação do meu solo para taller I Tenho planos de falar com a equipa de um projecto juvenil de que soube estar a ser desenvolvido na minha vila, para voltar a reabrir o auditório. Quero apresentar peças lá. Quero apresentar as minhas mas também as de quem acho terem potêncial, quero ajudá-los a dinamizar, penso em dança e em música. Penso em sugerir à sociedade filarmónica da vila (que é muito boa) também um projecto em conjunto. Penso em dinheiro para suportar isto tudo e penso que tenho de arranjar trabalho. Ok, acabo de mandar mail à directora da academia onde trabalhava, lá e…

Que estranho...

...Está tudo tão normal...

Assim me apercebo do quão ausente ele estava na minha vida pois ainda não sinto a falto dele. Choro quando me lembro da conversa, quando me lembro da situação em que estou, quando me lembro de momentos felizes. Mas não choro de saudades, de não aguentar estar sozinha... Eu já estava sozinha. Ao menos sei que terminar o namoro não foi uma decisão descabida. Sim, com o nível de cansaço com que eu estou, até decisões com este peso podem estar a ser tomadas com pouca sobriedade. Enfim...

Espectáculo amanhã e sábado. Um carradona de ensaios, um desrespeito sem fim pelo meu trabalho e, ao mesmo tempo, o seu reconhecimento. Sim, nem eu entendo. Só quero que acabe para poder descansar. Tenho tanta pena, gosto tanto de dançar e estar em palco e eles fizeram-no num sacrifício desta vez... A minha tíbia também não está a dar descanso, diga-se a bem da verdade...

Beijinhos para Portugal. Tenho saudades da minha cama. But then again...tenho saudades de qualquer cama, ist…

Lembro-me desta parte

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É tudo muito confuso quando deixam de haver lágrimas para chorar. É a altura do choque. Estou em choque. Lembro-me da sensação é assim que sei. Parece que a minha respiração se tornou inaudivel e estou um bocadinho mais morta por dentro, da mesma forma que estamos todos a cada dia que passa. Tenho tenção no corpo como se tivesse corrido a maratona, sinto um cansaço que é físico mas que não é muscular. E tenho a sensação de que isto não é um ponto final. E esta é a prova dos nove. É quando temos a sensação de que não acabou ainda porque acabou de acabar, passo a redundância.

Ao escrever, as minhas mãos mexem sozinhas pelo que em princípio este texto não deve ser o topo da coesão. Da coerência então... Enfim, por hoje estou num mundo estranho.

O maior medo? Não voltar a vê-lo.
A maior ironia? Ter suposto que quando faltasse só um mês para voltar a Lisboa já era rede segura, nada podia acontecer.
A maior tristeza? Gostar tanto de quem não gosta tanto de mim.
O maior arrependimento? Só d…

E assim há-de ser até ao fim

- P., estou à espera...
- Hmmm...
(Silêncio)

Cisne

P.S. Já tenho vergonha de meter «amor» na etiqueta do post...

Ao que leva ouvir catalão durante duas horas seguidas...

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Chegou a uma altura em que acho que já não tenho mais nada para dizer. Este blog parece um poço de queixumes. Ou é o P. ou são saudades, ou são lesões, ou é cansaço, ou são os meus colegas de casa... Opa, mas será que eu deixei de ter alguma coisa de bom para partilhar com o mundo? E na realidade será que foi por isso que desactivei o facebook? Porque tudo me parecia demasiado falso, contraditório ao que eu sentia?
Não. Não é verdade. Tenho coisas boas para partilhar. Umas que são muito boas e outras que são princípios de qualquer coisa que se pode a vir tornar em algo espectacular. Doi início hoje a uma desta coisas, vale? :)
Estava a ver uma peça de teatro de duas horas em catalão, quando numa das minhas distrações abstrações reflexivas (acerca do que estava a ver e não entendia, claro está) me vem a resposta a uma pergunta que me faço desde que cheguei aqui. (Aparte: Quando se começou a aproximar a data de vir para Barcelona decidi que precisava de vir com objectivos muito bem fix…

Cada relação uma relação blá blá blá

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A melhor coisa que fiz foi desactivar o meu facebook. Só tenho pena de ter de o activar outra vez por questões de trabalho.
Isto porquê? Porque não havia coisa mais fácil para o meu namorado que esperar que eu entrasse e dizer olá. Ou ignorar-me. Esta última era a mais recorrente. Agora, sem facebook. Há que ter um trabalho IMENSO de viajar até barcelona ligar o skype! Pois, é chato... Tem que se meter a password e não há lá mais ninguém com quem falar a não ser eu... E whatsapp? Ui, ainda pior que isso exigia ter um telefone nas mãos, mãos essas que não podiam estar no teclado do computador.
Não, eu compreendo perfeitamente que ele nãos e dê ao trabalho. É muuuuito trabalho! E ainda por cima estou doente, quem é que quer teclar 5 minutos com alguém que nem sequer pode estar muito tempo ao computador? É tudo para bem da minha saúde, sei bem. Aliás, bem vistas as coisas, ele não vai ao skype nem ao whatsapp porque uma pessoa doente e sem facebook para dizer que está doente, está socia…

Smooth jazz for hard catalan

A acompanhar estudo filosófico catalão...



Cisne

Imagens só porque sim

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Desculpem, mas gosto da minha maneira de gostar...

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Queria dizer-te boa noite, queria dizer-te o quanto gosto de ti, queria dizer-te o quanto sinto a tua falta. Queria escrever-te um texto longo e bonito com muita mariquice e alguma agressividade só para não me sentir demasiado cheesy. Queria receber um destes de vez em quando também.
Mas não. Tenho esperar. Tenho de ficar calada porque senão sou a needy, a que precisa de muita atenção, a controladora, a stressada, a ciumenta... Não percebo porque é que tem de ser assim. Eu sinto estas coisas e queria poder dizê-las quando quero. Mas não posso. Poderia se fizesses o mesmo. Mas não fazes. Porque és gajo ou porque não estás em erasmus, não sei. Não sei porquê.
Espera tem sido a palavra de ordem, não podia ser mais frustrante. Como sempre, é à noite que tudo se torna mais sombrio, que as saudades atacam mais. Durante o dia faço a coisa que mais amo, tenho sol e uma cidade aos meus pés, estou tão cansada que é impossível pensar em mais o que quer que seja.
Queria poder dizer-te que me sin…

Bonding with spain

Cisne

I always get what I want muahaha

Esta música é um troféu. E esperei por ele 8 meses! É obra... Prova de resiliência! Oh yeah...
Cisne

Tainted Love

"Sometimes I feel I've got to
Run away, I've got to
Get away from the pain you drive into the heart of me
The love we share
Seems to go nowhere
And I've lost my light
For I toss and turn, I can't sleep at night (...)
And you think love is to pray
But I'm sorry, I don't pray that way (...)"
Cisne.

Fucket-list

Respondendo a este desafio, cá vai a minha fucket-list:
A "doença que me condiciona"A distância entre mim e as pessoas de que gostoOs mixed feelings que isso origina (querer ir/querer ficar)O anormal que um dia chorou no meu colo e no outro me deixouA mania absolutamente irritante dos espanhóis em chegarem atrasados SEMPREA inabilidade para cozinhar como a minha mãe/bemQuando o meu pai se mete a dizer que as filhas não lhe ligam nenhumaO meu peso! As minhas pernas! A p*** do meu treinador virtual que não me consegue fazer emagrecer/ficar em forma!A minha quase total incapacidade para simples cálculos mentais matemáticosNão conseguir escrever nada optimista/meramente reflexivo neste blog como costumava fazer tantas vezesNão arranjar estúdio para ensaiar (deve ser só no meu curso que temos de implorar para trabalhar!!)Não gostar de estar sozinhaA prof que fala catalão, vê que eu não entendo e ainda assim me diz "Venga, vamos, a provarlo!"Todos os filho da **** que me…

A leap of faith

Estou instável e ansiosa. Com tudo, com nada... 
A minha mãe, regra geral, diz-me coisas que sempre me disse vezes e vezes sem conta e eu, impaciente, digo-lhe que «já sei, já sei»! Sim, eu sei. Mas é como a diferença entre olhar e ver. Eu sei na teórica tudo o que a minha mãe diz mas não meto em prática. Vou experimentar a prática agora.
Hoje ouvi a coisa mais bonita que já me disseram, perante uma situação muito muito difícil e complicada: Eu confio em ti.
Um voto de confiança em mim. De mim para mim. Porque todos os outros confiam. Falto eu. Falto eu na minha própria lista de prioridades. Falto eu.

Cisne

À espera

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À espera que te lembres de mim, como sempre, e à espera de mudar a minha maneira de pensar - com esperança de que a nova resulte. No fim, à espera que tudo corra pelo melhor.

Cisne

As palavras que talvez te direi #4

Queria dizer-te que és importante na minha vida. Também a destróis um bocadinho. Só às vezes. Na maior parte do tempo fazes-me bem, fazes-me esquecer, dás-me ilusões bonitas do que foi, do que é e do que poderia vir a ser mas nunca será, não é, nem nunca foi.
Tu estás lá geralmente nos piores dias. Que para ti são os melhores. Sempre que estou feliz finges estar feliz por mim mas só esperas que fique triste de novo. A minha boa energia faz-te sentir triste, afundado na mágoa de não teres ninguém como eu, até porque alguém com boa energia foi tudo aquilo por que sempre procuraste.
Eu agradeço-te na maior parte dos dias. Ajudas-me e estás a ajudar-te a ti mesmo ao mesmo tempo. Tudo bem, nem tudo têm de ser boas acções totalmente altruísta. É genuíno o teu egoísmo - ao menos isso.
Mas hoje, hoje, meu cabrão, filho da p***, estou capaz de te estrangular. E queria dizer-te isto mas não posso, inclusivamente porque até te chamo de meu amigo. Mas meu camelo, se me fazes duvidar um dia mais …

É aquela coisa

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Há aquela coisa. Aquela coisa pequenina, minúscula quase. Aquela de que mal se dá conta, de que se falou uma vez em concordância e em que nunca mais se tocou. É dessa que eu preciso. E já não sei mais como te explicar. A ver...

Cisne

Can't shake the feeling of...

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Não consigo ser como ele. Não consigo meter-me a mim no centro por mais que goste de mim. Não consigo evitar ligar o facebook, ou verificar o telemóvel 500 vezes. Não é assim que eu sou, pronto. Eu importo-me, quero saber, tenho saudades... E é sempre difícil não ver o mesmo de volta, a mesma necessidade ou o mesmo esforço. Fizeram-se 7 meses no último Domingo... ele nem deu conta.
Mas vendo bem... 7 meses? Não. De todo. São 4, são aqueles que construimos juntos, não separados, aqui a relação está suspensa, como perdida no tempo. As palavras esgotaram-se, adoro-te já não quer dizer nada, tenho saudades tuas idém...
Há dias melhores... Mas esta noite...complicada. As noites são sempre. Pouco sono, muito pensamento, muito cansaço... Esperam-se dias melhores...
Não sei porque é que a determinado ponto de estar numa relação tenho sempre de desejar estar fora dela.

Cisne