30 de outubro de 2010

Um novo fundo!

E porque não um novo fundo? Não sei porque dou tanta importância a este mundo dos blogs... Aliás, segundo o Sr. N.M., nem sequer servem para nada. Talvez eu goste bastante de contrariar.

Oh, e diga-se a bem da verdade, eu gosto disto. A minha vida pode não ser interessante como a da nossa companheira de blogs, Pipoca mais doce, mas é minha e eu gosto dela. Acho eu... Acho que gosto de falar dela :PP

Bom, acho que não ter nenhuma amiga tem muita culpa no cartório... Falo com quem? A quem é que eu digo «Arrrrgh!, vou matar a minha prof de matemática, é hoje!!!» ou «Aaaarghh, estou farta de não perceber nada que o meu prof de ballet diz!»

Acho que é das coisas mais tristes que tenho na minha vida. Espero que não dure muito mais - por falta de tentativas não é de certeza... Mas não ter uma amiga é um vazio que tenho... Um dia ela virá, né? :))

Pelo menos vou continuar a fazer por isso! =)


Cisne.

29 de outubro de 2010

Moral da história...

Ainda se lembram daquelas histórias do «Príncipe que tem orelhas de burro« e d' «o Rei que vai nu»?

Houve uma senhora que não sei porquê tenho a impressão que se chamava Eunice, que foi à minha escola primária, há uns bons anos atrás contar-me essas histórias. Lembro-me de ficar maravilhada e a querer ser contadora de histórias quando fosse grande... Adoro as morais da história.


Cisne.

Checklist

1 teste de matemática mal feito , 1 teste de português feito , 1 teste de inglês feito e mal recebido.

1 teste de psicologia e 1 apresentação oral de inglês que TEM de correr bem on the go.

+ uma vontade incontrolável de dançar. Tenho de ver se arranjo umas meias horitas por dia para dançar em casa - estou perra e estou com saudades, ando a sentir demasiada falta do ballet e de ouvir, com ele, boa música. Tenho-lhe dado pouca atenção; qualquer dia ele acaba comigo...

Cisne.

27 de outubro de 2010

25 de outubro de 2010

O ballet é o amor da minha vida

Dançar é óptimo! Já tinha dito antes? A paixão pelo ballet começa devagarinho, não damo bem contaporque começamos bem novas (eu comecei aos cinco). Eu gostava de ir porque não tinha de falar, só tinha de me mexer e estar no meu mundinho. Na altura eu era assim; felizmente entretanto acabei por me tornar mais sociável... :)

Mas depois, com o passar dos anos...começa-se a sentir, sabem? Sente-se à flor da pele, sente-se nos pés, nas mãos. Passa-nos um movimento pela cabeça e nós, se primeiramente pensamos «ok, não estou no sítio apropriado, deixa-me estar quieta», posteriormente temos de o deixar sair. Não pode ficar preso na nossa imaginação. TEM que sair. Então nós fazemo-lo. A paixão pelo ballet é isso. É ver um espaço amplo e não conseguir ficar parado sem fazer pelo menos um pas-de-chat, ou até mesmo um pequeno tondue... É aquela sensação de corpo a tremer, de alguma coisa que vem de dentro e TEMOS de dançar. Não pode esperar! (Eu sei que parece uma coisa má mas é óptimo!)

São os tiques
São os gestos
São a suavidade dos nossos dedos
É a nossa expressividade corporal quando falamos
É a nossa alma envolta por um cisne branco, com penas macias, suaves, suaves...

É incrível. É uma grande dádiva quando olhamos para um espelho e nos vemos com prazer. Sendo magras, gordas ou assim-assim. Qualquer bailarina apaixonada que desenvolva um bom cou-de-pied, se deleita olhando-o no espelho...

E dançar... Oh, dançar, dançar... Liberdade talvez seja a melhor palavra. Isto porque, apesar de não estarmos coibidas de pensar, estamos numa aura de pensamento leve. Quando se dança ballet, a nossa mente paira pelos mais diversos universos ou até por nenhum, mas nunca se sente pesada.

Se eu não pudesse dançar mais... Vêm-me as lágrimas aos olhos. Não gosto de pensar nisso nem no dia em que tal acontecer. Nem por um segundo eu acredito que vou deixar de amar o ballet. Por vezes, certamente, terei dúvidas, como já tive (como toda a bailarina tem) mas vou sempre carregá-lo no coração - é inevitável. Once it gets in, there is no way out. Pelo menos para mim...


Hoje apeteceu-me dizer isto... Hoje sou uma pessoa apaixonada pela vida, pela dança, pelo amor, pelas pessoas, pela diferença que nos une, pelas semelhanças que nos separam... Hoje estou assim.


Cisne.

24 de outubro de 2010

Shame on me

Dêm-me uma paulada na cabeça porque eu não estou bem. Ora então esta esperteza hoje acordou às 11h da manhã e foi ver dois episódios de Anatomia de Grey, ligou ao namorado para dizer que está feita lontra mas que à tarde vais estudar; almocei; pensei em ir estudar e fui jogar poker; perdi cedo porque não parava de pensar em ir estudar e no quão culpada me estava a sentir; pensei «ok, vou só comer qq coisa e vou estudar»; e eis-me aqui no pc, depois de ter comido qq coisa.

What's Wrong with me??? Vai estudar L.R, shame on you...! JÁ!


Cisne.

23 de outubro de 2010

E quando achamos que temos a vida toda orientada, vem alguém e troca-nos os planos todos. Haja paciênca... E haja tempo, porque com 45 exs de matemática para fazer (alguns com alíneas), dois testes para a semana e uma apresentação (que tem de ficar extraordinária!) de inglês tudo na mesma semana, com (ou não) 3 aulas de ballet, acho que vou cair pró lado. E o meu pé continua a queixar-se... Ao menos o Voltaren já me aliviou as dores horríveis que tinha na coxa esquerda dos exs de flexibilidade na segunda-feira...




Vou ali calcular a probabilidade de cometer suicídio nos próximos e dias e já volto...
Cisne.

22 de outubro de 2010

Por exemplos



Eu hoje ouvi a melhor explicação que já alguma vez tinha ouvido para dizer mal uma palavra.
Vou reproduzir mais ou menos o que foi:

H.- O que eu te estou a dizer é que x, y e z. Por exemplos:...
Eu - «Por exemplos», L.?? Eu também acho que é por exemploss!
H. - Oh, lá 'tás tu! É por exemplos porque eu te ia dizer vários exemplos!!

Ceeerto......... - . - Dá-lhe L.!


Cisne.

21 de outubro de 2010

A pensar na morte da «bezerra»

A cave da cave, o esconderijo debaixo da água
Dentro do poço, perdido no mato.
Eis-me lá bem no fundo.

Nestes dias tenho pensado na morte. É coisa que me desperta imensa curiosidade. Talvez porque, até onde sei, deve estar ainda longe de me tocar, talvez.


O que será morrer? Lembro-me de fazer uma experiência em tenra infância, que consistia em tentar perceber como é que funcionava aquilo do «adormecer». Como é que era? O que é que acontece? O que é que eu tenho de fazer para adormecer sem ser fechar os olhos? Esperei, esperei... Ora de olhos abertos, ora de olhos fechados e «por que é que nunca mais?». Com o cansaço acabamos realmente por cair no abismo parcialmente desconhecido - o inconsciente.


Será que é assim? Será que não nos apercebemos? E depois da morte? Voltaremos a acordar?  Poderemos cuidar dos que ficam? Será que são os que morrem a fazer o «destino» dos que vivem? Será por isso que tanta desgraça acontece no mundo?


Oh, sim sei, que desconfiança no ser humano... Mas e se assim for?




Cisne.

Coisinhas giras

Esvoançante, delicado... tão eu
O ballet está na moda! Topem as sapatilhas!
Adoro, adoro! E as sapatilhas também são giríssimas

Este também gosto muito, muito ao género grego e os sapatos também giros


E pronto... É assim...
Cisne.

20 de outubro de 2010

Up-date

Olá, olá malta!


Tô tipo mêmo naquela, tão a ver?! lol, Estou radianteeeeeeeee!

A aula em Lisboa foi e-s-p-e-c-t-a-c-u-l-a-r! Adorei. A prof é impecável e muito, muito exigente.
Áreas que ainda me doiêm (a aula foi 2f):
  • Toda a zona abdominal
  • Pescoço (ainda devido a 2 sequências de 30 abdominais)
  • Perninhas (ai tanto fica, fica, fica que eu ouvi!)
  • Virilha (aquela senhora é uma mártir da elasticidade e no fim da rotina de elasticidade acrescentou "pronto, hoje não vou puxar, está bem?")
  • Coluna (Eu não relaxei a postura uma única vez, desde que começámos os exercícios de ballet propriamente ditos, ou seja, estamos a falar de sensivelmente 55mins)
  • Bracinhos (é o que doi menos mas também muito fica, fica, fica eu ouvi - . -')
Salvaram-se os dedinhos dos pés porque o pé ainda está lesionado e não pode fazer pontitas. Óóó...


Mas bom, foi uma óptima experiência e tomei, juntamente com a minha colega, uma decisão!! Decidimos então ter uma aula à 2f em Lisboa e manter as outras duas que já temos (3f e 5f). Quem sabe depois não surja uma «à borliu» de que também gosto muito em Santarém ao Sábado de manhã? Se tiver sorte assim será.


E pronto, grande peso tirado de cima. Entretanto, ficha de matemática, escusado será dizer «péssimo». Mas pronto, tenho teste de hoje a oito dias e tudo indica para que vá correr melhor. Só espero que corra mesmo.
Teste de inglês já foi - pela primeira vez na minha vida fui alugar um dicionário - .- . Estou deprimida. Eu a achar que era muita boa a inglês; foram precisos 8 anos de inglês para perceber que afinal não percebo nada. Ceeerto. Olha, eu nem quero ver esse teste, honestamente.
Bom, e agora vou mesmo estudar matemática se quero «apanhar o comboio»!
 'Jinhos à prima!,
Cisne.

18 de outubro de 2010

Nova experiência!



Acabei agora de ver o mapa para chegar à minha nova experiência de ballet: Ballet em Lisboa! Eu sei que dito parece estúpido, mas para quem vai para um sítio 100% novo, com pessoas 100% novas, é bastante excitante! E quão eu estava a precisar de algo assim... Mas fora de mim tristezas que hoje vou aproveitar bem!
Ainda nada é vinculativo, por isso não sei se esta vai ser a 1ª e última aula que vou lá fazer, mas quer seja ou não, já ficarei contente por já estar decidido!! Isto já está a ficar demasiado arrastado...

Mas pronto, agora vou-me meter n'alheta que o tempo escasseia e amanhã espera-me ficha de PSI B, Fernando Pessoa e a terrível Matemática! E sabe-se lá com que paciência e cansaço vou chegar a casa...


Veremos!! Au revoir!,
Cisne.

15 de outubro de 2010

Os caminhos da nossa viagem - Texto Reflexão

Ora aqui está um pequeno texto reflexão que tive de fazer para a disciplina de Português. Os erros que tive, respectivas correcções e demais enganos (ou seja, rasuras) vou apontando no próprio texto a (itálico) ou então mesmo (rasurado) mas de resto é autêntico. Espero que gostem.


A viagem é essencial para a descoberta do outro e de si mesmo. E aqui se dá a diferenciação entre a viagem exterior, isto é, geográfica, e viagem interior, ou seja, espiritual.


Numa primeira situação de viagem exterior, vamos sempre de encontro ao desconhecido, (É que) independentemente do número de vezes em que já estivemos em tal lugar. Há sempre (inúmeras) diversas experiências para serem (vividas) vivênciadas (sim, eu sei, que correcção mais estúpida...), e é ao passar por elas que, não só nos moldamos como pessoas, como também estamos a conhecer «o outro», o que nos rodeia. (e, por vezes, até ambos em simultâneo) (claro que são em simultâneo!!)


Uma viagem geográfica proporciona (sempre) o encontro com novas culturas, outras pessoas; (e ao contrário) leva a que tenhamos de nos tornar mais autónomos e tolerantes, leva-nos a crescer. E, claro, como crescemos, como nos vamos moldando ao longo das nossas viagens, vamo-nos conhecendo melhor. Houve, aliás, muitos autores fascinados por viagens (quer interiores ou exteriores), como Luís de Camões, Miguel Sousa Tavares, Fernão Pinto, Júlio Verne, José Rodrigues dos Santos, entre outros.


Já numa viagem interior estamos, essencialmente, a reservar tempo para nós mesmo e para nos conhecermos melhor. Por vezes podemos utilizar esta (viagem espiritual, esta) abstracção momentânea à vida real como fuga aos problemas, como o impressionista Cesário Verde, muitas vezes fez, na sua poesia. Podemos ainda, com a ajuda da reflexão na viagem espiritual, aperfeiçoar-nos como seres humanos, apercebermo-nos de nós mesmos. (Como )


Então, como Marcel Proust diria: "A veraddeira viagem do descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, mas em ver com novos olhos". A vida, como viagem, é valiosa.




Charannn!,
Cisne.

E depois há dias assim...

...em que se eu não pulo de alegria é porque o meu pé lesionado não deixa; em que alguém especial viu que eu já não estava bem com o stress com a minha amiga Matemática, e me trouxe paz e sossego sei lá bem de onde e eu fiquei leve leve... Se bem que, nem começou hoje.



Foi ontem. O tempo estava mesmo cinzento. Era véspera de uma ficha importantíssima de Matemática e eu não estava a assimilar NADA! Estudava, tinha aulas de apoio, n-a-d-a. Já estava mesmo a estoirar. Foi então que decidi ir ao ballet porque se num dias me stressa, noutros ajuda-me a descomprimir e, principalmente, porque também tinha de combinar umas coisas com uma colega. Então, a caminho, resolvo ligar a uma "amiga" (já toda a gente sabe do meu problema com «amigos»). Não podia ter feito melhor coisa. Ri, ri, ri, dei na cabeça e ri mais um bocadinho. Foi óptimo! A seguir, veio então o ballet. Idém. Não sei se foi por já estar com aquela pre-disposição mas senti-me muito bem.
Entretanto, cheguei a casa, tomei um banhinho, vesti o pijama e finalmente fui estudar. N-A-D-A a ver. Aliás, arrisco-me a dizer que 2 horas de ontém à noite foram 2 vezes mais produtivas que o estudo da semana inteira.

E hoje, portanto, ficha feita (até agora ainda só me apercebi de 2 coisas mal feitas, uma delas por distração - como de costume - e a outra mesmo por não saber). Depois ainda me zanguei com a minha prof de AP que de vez em quando tem umas pequenas...falhas de memória. Mas, se seria regra noutro dia da semana ficar com a neura o resto do dia, quando saí da sala continuava leve. Pensei «óptimo!!».


Portanto:

- Balanço do dia: Finalmente POSITIVO!



Finalmente,
Cisne!

7 de outubro de 2010

Krrr



Estou tão danada......... É que tive um dia excelente! Calma, calma, não estão a perceber! Um dia DE ESCOLA excelente! Eu explico: é que metade da minha turma faltou. Ora bem, a paz reinou naquelas benditas aulas, já há muito tempo que eu não estava tão bem numa aula; principalmente de português!! (com uma prof detestável, mas pronto, não se pode ter tudo :P). Mas claro, se tudo corre bem na escola, tudo tem de correr mal em casa. - . -'

Pois bem, recebi a noticia de que vou ficar com menos uma aula de dança (a de hoje), ou seja, só volto a dançar para a próxima terça. Ou seja!, vão fazer duas semanas que estou parada . Krrr . Isso e ainda não saber se fico na mesma escola de dança ou vou para outra na capital, estão a dar cabo de mim. HELP!


Cisne.

Um desafio «Roupa Práctica»


Ora, o Desafio que trago hoje não era suposto vir com selo, mas a Carmén, uma querida da blogosfera, ofereceu-mo :))


Desafio de « Roupa Prática » :

O desafio implica revelar 5 factos acerca de mim e dizer 10 coisas de que gosto.
Os 5 factos acerca da minha pessoa:

- Tenho uma queda qualquer pela cor branca

- Gosto das coisas claras: tudo preto no branco! (vêm? Branco outra vez!)

- Sou esquisita no que toca à limpeza (são os genes!)

- Sou péssimista mas adoro dizer que sou óptimista

- Não consigo arranjar amigos (por que é que esta frase soou à escola primária??)


10 coisas de que eu gosto:

(vou excluir familia, amigos, namorado, etc. etc. isso já toda a gente sabe :P)

- de fazer as coisas com brio e vontade
- de jaquinzinhos
- de comer
- de dançar
- de passar tempo comigo mesma
- de ver um bom filme
- do cheiro do café
- do cheiro do mar
- de falar à parva (de vez em quando também faz bem)
- E, claro, de chocolate!!!


Escolher 10 blogues:

Não vou escolher dez pq não tenho paciência. :PP Seguidores, arrefinfem-lhe! x)


Cisne.

5 de outubro de 2010

Em reflexão...

Porque apesar de tudo, a vida vai-nos trazendo surpresas desagradáveis, preciso de deixar os meus pêsames "anónimos" a uma colega de turma que perdeu recentemente a mãe.

Esta colega de turma sempre foi extremamente desagradável para mim mas, apesar de tudo, e orgulho-me disto, nunca a encarei como uma má pessoa. Muitas desavenças tivemos e acredito veemente que se fôssemos continuar a ter aulas em comum para o ano, ainda teríamos muitas. No entanto, e por saber, como todos nós, o quanto uma mãe significa, o amor incondicional mútuo que existe, estou triste. Não com lágrimas de crocodilo, ou qualquer outro tipo, sincero ou fingidor. Estou triste como pessoa aleatória, como alguém que compreende a dor, apesar de (felizmente) nunca ter sentido igual.

Há coisas que acontecem assim... A uma miúda magoada pelo tempo, áspera como a vida a deixou, dura como pedra, embora frágil como vidro. A uma miúda inteligente, a uma miúda tão nova, a uma miúda que espero que vá dar a volta por cima, a uma miúda que já me ajudou a crescer e nem reparou... A uma miúda, como eu, como tu: normal. Como é que há coisas que acontecem assim?


Cisne.

2 de outubro de 2010

Mini-update

Olá!

Vim só para dizer que ando com imensas de saudades de escrever por aqui mas por enquanto quero orientar-me com a escola; a matemática já me está a dar problemas novamente. Mas (ainda) não baixei os braços e continuo a tentar.

Entretanto, o meu professor de ballet "passou-me a perna" e se calhar vou ter de ter aulas de dança para Lisboa. Meaning: gastar rios de dinheiro e rios de tempo para Lisboa. Yeih! - . -'

Entretanto hoje acordei com uma dúvida existêncial: como será o futuro?
Enfim... Sagitários! :P


Cisne.

"Acho que isto não vai resultar"

Este é o pensamento que me ocorre todos os dias, acerca do mesmo assunto, por variadas razões. Ou é pela minha irmã, ou pelo meu pai, ou...